Mairi Gospel

terça-feira, 26 de julho de 2011

Carol Celico conta o real motivo de sua saída da Igreja Renascer

Ela diz que não é contra o dízimo, mas que Deus deseja muito mais do que dinheiro
          
Em uma entrevista para o programa TV Fama que foi ao ar no dia 21 de julho, a esposa do jogador Kaká, Caroline Celico, resolveu falar qual o verdadeiro motivo da sua saída da Igreja Renascer Em Cristo.
“Hoje a nossa igreja é a nossa casa. É isso que eu acredito, acredito que Deus, Ele quer olhar para o nosso coração e ver o quanto a gente quer entregar da nossa vida e do nosso coração e não só em dinheiro,” diz ela que chegou a ser ordenada como pastora.
O jogador do Real Madrid cresceu no ministério fundado por Estevam Hernandes, já sua esposa veio de uma família católica e se converteu na Renascer quando começou a namorar Kaká.  Mas depois que se desligaram da igreja, eles passaram a não assumir nenhuma religião.
“Hoje a minha religião é Jesus, é aquilo que eu quero passar para as pessoas, é aquilo que está na Bíblia, é ter Deus dentro de mim e querer compartilhar isso com as pessoas,” se explicou Carol Celico.
Sobre a sua entrevista dada à Folha de São Paulo dizendo que aprendeu na Renascer coisas que não estavam na Bíblia ela esclarece. “Existem muitas interpretações da Bíblia e essas interpretações muitas vezes não estão dentro do contexto”.
Carol que estava em uma livraria de São Paulo autografando seus Cds e DVDs, disse que não é contra o dízimo, apenas enxerga que não é só dinheiro que Deus deseja receber das pessoas. “Eu não sou contra ao dízimo, a minha oferta e a minha entrega hoje não é medida, não é calculada em dez por cento, a minha oferta hoje é maior do que dinheiro, é uma oferta de vida”.
Ela diz também que há cerca de dois anos ela tem se questionado sobre o porquê de levantarmos tantos rótulos de religiões e de denominações. “Em nenhum momento na Bíblia a gente vê falando de nenhum rótulo, de nenhum nome, de nenhuma denominação. E foi isso que eu coloquei no final do DVD: para que rótulos denominações e nomes, se só há um nome?”

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